quarta-feira, 8 de maio de 2013

Pneu furado teria causado queda de ambulância na Avenida Brasil


Rio -  Um pneu furado teria sido a causa de um acidente envolvendo uma ambulância do sistema penitenciário que despencou do viaduto de Deodoro, na Avenida Brasil, na manhã desta quarta-feira, segundo depoimento do presidiário Alex Leandro Vieira. Ele estava sendo levado para o Sanatório Penal, em Bangu, na Zona Oeste, no momento da colisão.
Na ocasião, o motorista e o detento sobreviveram, enquanto o inspetor de Segurança Penitenciária Vitor Jaime Mesquita Barreto, de 48 anos, que estava no banco do carona, não resistiu aos ferimentos e morreu momentos depois.
Foto: Severino Silva / Agência O Dia

De acordo com o detento, ele teria ouvido um barulho muito forte, o que dá a impressão de que o pneu do lado do motorista tenha estourado. O pneu da ambulância está furado, o que corrobora com a declaração do presidiário.
O condutor seguia pela pista da esquerda, e com o barulho, o agente teria perdido o controle do veículo, subido a mureta e caído do vão. O presidiário também afirmou que foi necessário arrombar a porta da ambulância para que ele pudesse ser resgatado.
Motorista teria pedido controle de van e caído em vão após ouvir estouro de pneu | Foto: Felipe Freire / Agência O Dia
Motorista teria pedido controle de van e caído em vão após ouvir estouro de pneu
O motorista, o agente identificado como Marcos Luiz França, de 50 anos sofreu ferimentos  na face e na perna, já o preso sofreu escoriações leves. Os dois foram encaminhados para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, na Zona Norte.  Não há informações sobre o estado de saúde dos feridos.  
O corpo do inspetor continua na via à espera da perícia. Ele tinha um casal de filhos e era casado.  A Seap informou que abriu uma sindicância para apurar as circunstâncias do acidente.
No sentido Centro, há lentidão até Padre Miguel. No sentido Zona Oeste, a lentidão no trânsito está até a Penha.
Ônibus cai de viaduto na Av. Brasil e deixa oito mortos
No início de abril, um ônibus da linha 328 (Bananal - Castelo) caiu do viaduto Brigadeiro Tompowski na Avenida Brasil, altura da Ilha do Governador. A colisão deixou oito mortos e 10 feridos.
Segundo a polícia, uma briga entre o estudante de Engenharia Rodrigo dos Santos Freire, 25 anos, e o motorista de ônibus André Luiz da Silva Oliveira causou o acidente. Os dois foram indiciados pelo crime de homicídio doloso, quando há intenção de matar. 

Rihanna posta na web foto em que beija bolo em formato de batom


 Rihanna postou em seu Instagram, na madrugada desta quarta-feira, fotos  em que aparece se divertindo com um bolo em formato de batom. Recentemente, a cantora lançou uma linha de maquiagem em parceria com uma famosa marca de cosméticos. 
Rihanna beija bolo em forma de batom | Foto: Reprodução Internet
Rihanna beija bolo em forma de batom
Rihanna corta o bolo de batom | Foto: Reprodução Internet

Pagodeiro vai a júri pela morte da mulher


Evandro também responde por tentar matar o filho em São Paulo

São Paulo -  Após cinco anos, o pagodeiro Evandro Gomes Correia Filho, acusado pela morte da ex-mulher Andréia Cristina Bezerra Nóbrega e por tentativa de homicídio contra o filho Lucas, enfrenta hoje, a partir das 13h, o júri popular no Fórum Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo. O crime, que aconteceu em novembro de 2008, chamou a atenção pela crueldade. Andréia teria morrido quando tentava fugir do ex-marido. Ela pulou do terceiro andar de um prédio , depois de ter jogado o filho, que caiu sobre uma marquise e sobreviveu.
Foto: Reprodução Internet
O inquérito, concluído pelo 2º DP, de Guarulhos, aponta o músico como o autor dos crimes. Inconformado com a separação do casal, ele teria ido ao apartamento de Andréia para confrontá-la. Segundo a polícia, Evandro teria cortado a mangueira do gás e o telefone do local.
Ainda com uma faca, que foi apreendida pelos investigadores, ele teria ameaçado a ex e o filho. Para fugir, Andréia então teria lançado a criança de seis anos pela janela e pulado em seguida. Ele teve a prisão preventiva decretada por homicídio, mas nunca foi localizado.
A versão é rebatida pela defesa do pagodeiro, representada pelo advogado Ademar Gomes, que garante que o seu cliente - considerado foragido há cinco anos e com foto divulgada no site da Divisão de Vigilância e Capturas da Polícia Civil - estará presente no plenário para se defender. Dois anos após o crime, durante o período eleitoral em uma manobra para evitar sua prisão , Evandro foi apresentado pelo defensor para uma entrevista coletiva. Com uma peruca, falso cavanhaque e óculos escuros, o cantor alegou sua inocência.
Aos jornalistas, o músico citou ainda que o casal voltou de um shopping, no dia do crime, e foram para o apartamento. Lucas foi colocado no quarto. Quando o casal tomava vinho, Andréia teria questionado Evandro sobre outro filho, recém-nascido, que ele teria com outra mulher. Os dois começaram a brigar e ela, segundo o acusado, cortou a mangueira de gás com uma faca. Ele disse que a teria desarmado e quando virou viu que ela tinha se jogado.
Câmeras de segurança
Após a queda, Evandro disse que desceu as escadas do prédio e encontrou os vizinhos e bombeiros, que já se aglomeravam na região da calçada. Ele explicou que, ao perceber que o filho havia caído na marquise e estava bem, decidiu fugir por medo de ser linchado por populares. Em entrevista à TV Record veiculada no último sábado, o réu disse que saiu do edifício “desesperado e com medo”. E citou que fugiu para uma cidade do Nordeste e lá permaneceu até o júri ser marcado.
No entanto, as imagens de uma câmera de vigilância do comércio ao lado do prédio acabaram desmentindo a versão de Evandro e se tornaram a principal prova do Ministério Público, que será representado neste júri pelo promotor Rodrigo Merli Antunes. Ele atuou no caso Mércia Nakashima , em março deste ano. Para a promotoria, Evandro agrediu fisicamente a ex-mulher e anunciou que mataria Andréia e o filho. À época, o MP chegou a pedir à Justiça uma pena de 30 anos de prisão por homicídio qualificado.
Histórico de violência
Na época do crime, a família de Andréia chegou a divulgar que a vítima já havia registrado dois boletins de ocorrência contra o pagodeiro; um na Delegacia da Mulher, por agressão e injúria, e outro, no próprio 2º DP, por ameaça.
Um dos momentos mais esperados do julgamento é o possível depoimento do menino Lucas, hoje com 11 anos. Ele poderá relatar como foi a briga do casal e se o pai costumava ser violento com a mãe, como defende a família da vítima. Ainda não há confirmação se Lucas será convocado para dar esclarecimentos.
Em 2008, ainda com seis anos, ele chegou a ser ouvido pelos investigadores após sua recuperação. Por meio de um desenho, à polícia, o garoto desenhou um homem segurando uma faca em frente à mulher. Segundo Evandro, a gravura representaria o momento em que ele desarmou Andréia. 

Preso, pastor Marcos Pereira recebe apoio de fiéis em delegacia


Missionário Waguinho também esteve no local. Pereira é acusado de estuprar duas fiéis da igreja

Rio -  Membro da Assembléia de Deus dos Últimos Dias, o missionário Waguinho esteve na Delegacia Especial de Combate às Drogas (DCOD), na madrugada desta quarta-feira, para dar apoio ao pastor evangélico Marcos Pereira, preso na noite desta terça-feira por agentes da especializada. Os policiais cumpriram dois mandados de prisão expedidos pela Justiça contra ele por estupro a duas fiéis da igreja. Pereira foi detido na Rodovia Presidente Dutra, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.
Foto: Osvaldo Praddo / Agência O Dia
Pereira (à direita) foi preso na Baixada 
Ele está preso na sede da DCOD, no Andaraí, Zona Norte do Rio. Vários fiéis estiveram no local para prestar solidariedade ao pastor. Eles foram embora no início da madrugada. O religioso será transferido nesta quarta-feira para o Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste. De acordo com o titular da DCOD, delegado Márcio Mendonça, ele não tem formação superior e ficará preso em uma cela comum.
Segundo Mendonça, o pastor é investigado ainda em mais quatro denúncias de abusos sexuais. Todos os casos também envolvem fiéis da Assembléia de Deus. As suspeitas sobre o pastor Marcos começaram há cerca de um ano, quando a delegaciaespecializada abriu inquérito para investigar o religioso por lavagem de dinheiro e associação para o tráfico de drogas e quatro homicídios.
Foto: Uanderson Fernandes / Agência O Dia
Pastor é preso pela Polícia Civil 
Uma das denunciantes de estupro, ainda segundo o delegado, é a ex-mulher do pastor. Outra contou à polícia que foi abusada dos 14 aos 22 anos. Os mandados de prisão preventiva foram decretados pelos juízes Richard Fairclough, da 1ª Vara Criminal de São João de Meriti, e Ana Helena Mota Lima, da 2ª Vara Criminal da mesma comarca.
Entre as mortes em que o pastor Marcos Pereira é investigado está a de uma mulher que teria descoberto sessões de orgia que seriam promovidas por ele em um apartamento na Avenida Atlântica, na orla de Copacabana, Zona Sul do Rio.
O imóvel está em nome da igreja e avaliado em R$ 8 milhões. Segundo Márcio Mendonça, um irmão do pastor foi condenado por este crime.
Famoso por intermediar rebeliões e salvar bandidos
O pastor Marcos Pereira ficou famoso por intermediar rebeliões em presídios e por supostamente converter traficantes para a igreja. Pereira também teve destaque no noticiário ao negociar a libertação de vítimas, que, segundo ele, seriam assassinadas em tribunais do tráfico de drogas em morros e favelas do Rio.
O pastor chegou a trabalhar em parceria com a ONG AfroReggae, na recuperação de jovens envolvidos com o tráfico de drogas e traficantes que cumpriram penas. A parceria acabou depois de troca de acusações entre o pastor e o líder do AfroReggae, José Júnior.
Segundo Júnior, Pereira teria envolvimento nos atentados cometidos por líderes do tráfico em 2006, com vários ônibus incendiados na cidade. Na ocasião, em 2012, José Júnior disse ainda que, se fosse morto, o culpado seria o pastor.
Ex-pagodeiro defende pastor
Ex-integrante do grupo de pagode Os Morenos, Waguinho disse que o coordenador do Afroreggae tem inveja do trabalho feito pela ONG do pastor. Segundo ele, oito mil pessoas foram recuperadas do tráfico de drogas com o trabalho de Pereira.
Foto: Osvaldo Praddo / Agência O Dia
Waguinho foi até a delegacia durante a madrugada | Foto: Osvaldo Praddo / Agência O Dia
"É uma denúncia (estupro) antiga que até hoje não se tem prova, uma investigação de anos. O pastor sempre se apresentou quando solicitado.. Ele realiza uma obra de recuperação de pessoas que o Brasil, o mundo conhecem", defendeu Waguinho.
Candidato a prefeito de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, nas últimas eleições, Waguinho insinuou que a prisão de Marcos Pereira pode ter cunho político. "Todo mundo sabe o que está acontecendo. Estamos chegando em 2014", disse, se referindo às eleições que serão realizado no ano que vem.

Diretor de ‘Sangue Bom’ deixa novela após agredir sua assistente e amante


Na semana de estreia da novela das sete, ‘Sangue Bom’, o diretor geral da trama, Carlos Araújo, pediu afastamento da produção após ser acusado de agredir fisicamente sua amante e assistente de direção da novela, Joana Antonaccio.
A coluna teve acesso com exclusividade ao boletim de ocorrência (nº 91201239/2013), que está sob sigilo na Delegacia de Atendimento à Mulher, no Centro do Rio. Joana, que disse à polícia ser amante de Carlos há cerca de seis meses, prestou queixa no último dia 27, acusando-o de agressão e injúria. Segundo ela, o diretor deu um soco em sua boca dentro de seu automóvel e a xingou de “piranha” após uma discussão. A assistente foi encaminhada ao Instituto Médico-Legal, onde foi feito um exame de corpo de delito, no qual foi confirmada a agressão.
No registro de ocorrência, Joana não disse que trabalha na TV Globo, mas afirma saber que o diretor é casado. A polícia acredita que o motivo da briga tenha sido o desejo de Carlos de terminar a relação extraconjugal. Desde que foi feito o boletim, a polícia tenta encontrar Carlos Araújo por meio de seus telefones e endereços, mas ninguém foi encontrado em seu endereço nem respondeu às chamadas telefônicas.
A Central Globo de Comunicação informou que “o diretor solicitou um período de licença para cuidar de problemas pessoais”. Ciente de que a informação vazaria, um jornal das Organizações Globo publicou de maneira amena a notícia no último sábado. Em vez de falar sobre a agressão, o assunto foi tratado apenas como um “barraco”. Mas a verdade foi outra e acaba de vir à tona.

Operação prende oito por adição de formol no leite no RS


Adulteração ocorreu em ao menos 100 milhões de litros das marcas Italac, Bom Gosto, Mumu e Latvida, vendidos no Paraná e São Paulo

Rio Grande do Sul -  O Ministério Público do Rio Grande do Sul desencadeou na manhã desta quarta-feira a Operação "Leite Compen$ado", com o cumprimento de nove mandados de prisão e 13 de busca e apreensão nas cidades de Ibirubá, Guaporé e Horizontina. De acordo com investigações das Promotorias de Justiça Especializada Criminal e de Defesa do Consumidor de Porto Alegre, pelo menos 100 milhões de litros de leite das marcas Italac, Bom Gosto, Mumu e Latvida teriam sido adulterados com formol. Oito foram presos. Além do Rio Grande do Sul, produtos também eram comercializados no Paraná e em São Paulo.
Foto: Reprodução Internet
Jornalistas concentrados aguardando início da operação 
As investigações dão conta que cinco empresas de transporte de leite adulteraram o produto cru entregue para a indústria. Uma das formas de adulteração identificadas é a da adição de uma substância semelhante à ureia e que possui formol em sua composição, na proporção de 1 kg deste produto para 90 litros de água e mil litros de leite. A adulteração consiste no crime hediondo de corrupção de produtos alimentícios, previsto no artigo 272 do Código Penal. Também atua na Operação a Promotoria de Justiça EspecializadaCriminal de Combate aos Crimes Contra a Ordem Tributária.
A simples adição de água, com o objetivo de aumentar o volume, acarreta perda nutricional, que é compensada pela adição da ureia – produto que contém formol em sua composição – e é considerado cancerígeno pela Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer e pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Fraude em 14 lotes
A fraude foi comprovada através de análises químicas do leite cru, onde foi possível identificar a presença do formol, que mesmo depois dos processos de pasteurização, persiste no produto final. Com o aumento do volume do leite transportado, os "leiteiros" lucravam 10% a mais que os 7% já pagos sobre o preço do leite cru, em média R$ 0,95 por litro.
As empresas investigadas transportaram aproximadamente 100 milhões de litros de leite entre abril de 2012 e maio de 2013. Desse montante, estima-se que um milhão de quilos de ureia contendo formol tenham sido adicionados. Amostras coletadas no decorrer da investigação em supermercados da Capital apontaram fraude em 14 lotes de leite UHT.
"Frisamos que a empresa Latvida foi interditada na manhã desta quarta-feira e proibida de comercializar qualquer tipo de produto. A interdição se deve ao descumprimento de decisão judicial que determinou a não comercialização, por parte da empresa, dos leites UHT a partir de 1º de abril deste ano", informou o comunicado do MP.
Participam da ação o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Receita Estadual e da Brigada Militar.
Confira lotes adulterados
Confira a lista atualizada:
Italac Integral (Lotes L05KM3, L13KM3, L18KM3, L22KM4 e L23KM1)
Italac Semidesnatado L12KM1),
Bom Gosto/Líder UHT Integral (lote TAP1MB),
Mumu UHT Integral (lote 3ARC),
Latvida UHT Desnatado (com fabricação em 16 de fevereiro de 2013 e validade até 16 de junho de 2013).
Os consumidores que tiverem em suas casas leites dos referidos lotes ou identificarem a presença do produto no comércio podem informar o MPRS através do e-mail consumidor@mp.rs.gov.br destacando marca, número do lote e data de fabricação.

Menor acusado de estuprar mulher em ônibus tem 16 anos e estava na casa da avó


De acordo com a polícia, o menor confessou o crime e afirmou estar sob efeito de cocaína ao violentar vítima

Rio -  Suspeito de estuprar uma mulher num ônibus da linha 369 (Bangu-Carioca), um menor de 16 anos se entregou à polícia no início da tarde desta terça-feira. O jovem estava escondido desde o dia do crime na casa da avó, na Favela Parque das Missões, em Duque de Caxias.
O padrasto do adolescente negociou a rendição com o delegado-titular da 33ª DP (Realengo), Carlos Augusto Nogueira, desde o início da madrugada. Segundo a polícia, a mãe conseguiu convencer o jovem a se entregar. A vítima do estupro foi até a 17ª DP (São Cristóvão), responsável pelas investigações, para fazer o reconhecimento.
Menor acusado de estupro chega em delegacia | Foto: Alessandro Costa / Agência O Dia
Menor acusado de estupro chega em delegacia
O jovem se entregou na Rodovia Washington Luiz, próximo ao Comando de Operações Navais da Marinha, em Duque de Caxias. De acordo com a polícia, confessou o crime e disse que estava sob o efeito de cocaína no momento do estupro. Ele morava com a mãe na Favela Para Pedro, em Irajá, mas buscou refúgio na residência da avó, na Baixada.
O suspeito, que fará 17 anos no domingo, contou que saiu para assaltar pois queria ter dinheiro para gastar na festa. A arma, uma pistola, foi comprada por R$ 450.
O acusado já responde por crime de assalto a mão armada e revelou que pegou o ônibus errado, pois queria o coletivo parador. Em depoimento, contou que achou a vítima bonita e por isso resolver cometer o estupro.
Menor esconde rosto ao chegar em DP para prestar depoimento | Foto: Alessandro Costa / Agência O Dia
Menor esconde rosto ao chegar em DP para prestar depoimento 
Jovem diz que estava sob efeito de drogas na hora do crime
Em sua versão, afirmou que estava sob efeito de cocaína e por isso não conseguiu fazer sexo, uma vez que não teve ereção. Ele, no entanto, afirmou que chegou a pedir que a vítima fizesse sexo oral.
"Não acredito no uso de drogas. Uma pessoa que tem R$ 450 para comprar uma arma poderia ter usado o dinheiro para comprar drogas. Não acredito nessa versão", disse Carlos Augusto Nogueira, titular da 33ª. De acordo com policiais que estavam no momento da rendição, o jovem ironizou a publicação de suas fotos através da câmera de segurança. "Agora minha foto não vai poder sair mais", teria dito, numa referência ao fato de seu rosto não poder ser mais exposto já que é menor de idade.
Foto: Paulo Alvadia / Agência O Dia
Jovem foi filmado dentro de ônibus 
Vítima do estupro é casada e mora em Bangu
O Disque-Denúncia (2253-1177) já tinha recebido, até o meio-dia desta terça-feira, 14 ligações sobre o caso. As informações recebidas foram encaminhadas para a 17ª DP (São Cristóvão). Nesta segunda-feira, a polícia divulgou imagens do estuprador gravadas pela câmera do ônibus.
As imagens mostram o criminoso embarcando no ônibus, na Avenida Brasil, na altura de Realengo. Ele assaltou os passageiros, obrigando-os a ficarem na parte de trás do veículo. O estupro aconteceu no espaço reservado a pessoas com necessidades especiais, e durou cerca de 6 minutos. O bandido saltou na Perimetral.
A vítima do estupro é casada e mora em Bangu. Nesta segunda-feira, ela descreveu os momentos de terror, à TV Globo: “Ele levantou e foi para o meio do ônibus, anunciou o assalto e mandou todo mundo ir para o fundo. Pegou na minha mão e e disse ‘vamos aqui na frente’. Sentou, mandou eu sentar ao lado dele começou a colocar a arma nas minhas costelas. Ele bateu seis vezes com o revólver na minha cabeça”. Uma das testemunhas relatou ao DIA o que viu.
“Ele estuprou ela na frente de todos, de forma fria, aparentando não sentir a menor preocupação”.

Visitas da polícia a cativeiro levantam suspeitas nos EUA


Os irmãos Ariel, Onil e Pedro Castro, foram presos acusados de sequestrarem três meninas em Cleveland, nos Estados Unidos
Os irmãos Ariel, Onil e Pedro Castro, foram presos acusados de sequestrarem três meninas em Cleveland, nos Estados Unidos - Divulgação
Amanda Berry e  Gina DeJesus desaparecidas a cerca de 10 anos, foram encontradas nesta terça-feira (7) em Cleveland, nos Estados Unidos
Amanda Berry e  Gina DeJesus desaparecidas a cerca de 10 anos, foram encontradas nesta terça-feira (7) em Cleveland, nos Estados Unidos - Divulgação

Enquanto as famílias das três mulheres que passaram 10 anos sequestradas em Cleveland (EUA) comemoravam o seu resgate na terça-feira, começaram a surgir perguntas sobre por que a polícia foi chamada à casa ao menos duas vezes nos últimos anos e nunca entrou lá.As mulheres - Amanda Berry, Gina DeJesus e Michelle Knight – desapareceram separadamente há uma década e foram descobertas em uma casa de oito quartos em um bairro de latinos da cidade. Elas foram descobertas quando Amanda Berry pediu ajuda a um vizinho, Charles Ramsey, que a ajudou a sair, ligou para a polícia e virou um herói nacional. A casa pertencia a Ariel Castro, de 52 anos, um ex-motorista de ônibus escolar que foi preso junto a seus dois irmãos, Pedro Castro, de 54 anos, e Onil Castro, 50.Depois que a história tomou grandes proporções no país, como um dos raros casos de sequestro com finais extraordinários, os vizinhos começaram a relatar fatos sobre Castro. Eles contaram que, há vários anos, uma mulher nua foi vista rastejando pelo jardim e que, em 2011, eles ouviram uma surra. A polícia compareceu aos chamados nas duas vezes, mas nunca chegou a entrar na casa. Além disso, investigadores foram ao local em janeiro de 2004, quando duas das garotas reféns desapareceram, já que Ariel Castro era motorista de ônibus escolares.“Eles bateram na porta, mas não conseguiram fazer qualquer contato com quem estava dentro da casa”, disse o prefeito de Cleveland, Frank G. Jackson. “Eles não tinham indicações de que algum dos vizinhos ou testemunhas tinham alguma informação sobre o que aconteceu lá”.Segundo a agência de notícias Reuters, Castro nasceu em Porto Rico e tocava baixo em bandas de música latina da região. Os vizinhos contaram que, às vezes, ele estacionava o seu ônibus escolar na frente da casa na hora do almoço e levava várias sacolas de comida “fast food” para dentro. Em 2005, Castro foi acusado de atacar sua ex-mulher, Grimilda Figueroa, que teve costelas quebradas e os dois ombros deslocados. As informações são do jornal The Washington Post.

Pastor Marcos Pereira é preso por estupro no Rio


Líder evangélico foi detido na Via Dutra no fim da noite. Agentes da DCOD cumpriram dois mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça do Rio. VEJA revelou o caso em 2012

O LADO MAU - O pastor Marcos prega: segundo testemunhas, em seu reinado de trevas ele usa a religião para ganhar poder e dinheiro
O pastor Marcos estava sendo investigado por seis casos de estupro
O pastor evangélico Marcos Pereira, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, foi preso na noite desta terça-feira no Rio de Janeiro. Agentes da Delegacia Especial de Combate às Drogas (DCOD) detiveram o pastor às 22h15 na Rodovia Presidente Dutra. Contra Pereira havia dois mandados de prisão preventiva com base em acusações de estupro - como VEJA revelou em 2012. O pastor, que comanda igrejas no subúrbio do Rio e na Baixada Fluminense, foi levado para a sede da delegacia, no Andaraí, na Zona Norte.
Por meio de interlocutores e advogados, Marcos Pereira fez, pouco depois de ser preso, um chamado: solicitou que seguidores de sua corrente evangélica se dirigissem à sede da delegacia para protestar contra a prisão, que ele considera abusiva.
Contra o pastor, foram abertos recentemente seis investigações, referentes a seis casos de estupro. Os mandados de prisão preventiva que resultaram na detenção desta noite são referentes a dois desses casos. Os juízes que decretaram a prisão foram Richard Fairclough, da 1ª Vara Criminal de São João de Meriti, e Ana Helena Mota Lima, da 2ª Vara Criminal da mesma comarca.
Influente na política e frequentemente visto na companhia de autoridades, Marcos Pereira ganhou notoriedade com seu poder de convencimento sobre criminosos presos, o que rendeu a ele uma imagem de “pacificador”. Marcos Pereira chegou a trabalhar em parceria com o Grupo Cultural AfroReggae, que se dedica a recuperar jovens que tiveram envolvimento com o tráfico.
A parceria acabou a partir de uma troca de acusações entre Pereira e o líder do grupo, José Júnior. Em fevereiro de 2012, Júnior deu uma entrevista ao jornal carioca Extra na qual acusava Pereira de ter ordenado ataques do tráfico em vários pontos do estado em 2006 – no episódio que deixou vinte pessoas mortas e ficou conhecido com “Rio de sangue”.
O pastor sempre negou as acusações e moveu ação contra José Júnior por calúnia. Júnior chamou, à época, o pastor e ex-aliado de “psicopata” e disse ter sido ameaçado por ele.