quinta-feira, 16 de maio de 2013

Tati Quebra Barraco recebe Negra Li no hospital após 26ª cirurgia plástica: ‘Estou me sentindo mais gostosa’


Tati Quebra Barraco recebe visita da cantora Negra Li em clínica
Tati Quebra Barraco recebe visita da cantora Negra Li em clínica 
Falta muito pouco para o número de cirurgias plásticas de Tati Quebra Barraco ser o mesmo da sua idade, 33 anos. A intenção da funkeira é fazer outras intervenções cirúrgicas, conforme ela mesma contou ao Extra, por telefone, direto do Hospital São Luís, em São Paulo, nesta terça-feira. Mas primeiro, Tati precisa se recuperar da lipoaspiração e da prótese de silicone de 200 ml que ela acaba de colocar nos seios. Segundo a cantora, esta cirurgia, feita há sete dias, foi a 26ª - e a primeira na qual ela aumentou os seios.
“Essa é a minha 26ª cirurgia e não pretendo parar por aqui. Já mexi na barriga, no nariz e reduzi os seios, que sempre foram bem grandes. Só que desta vez eu quis dar uma turbinada e topei colocar silicone”, diz Tati, que vai receber alta do hospital nesta quarta-feira. “Na sexta eu volto para tirar os pontos”, conta.

Além dos seios turbinados, Tati retirou umas gordurinhas localizadas nas costas. “Estou me sentindo bem melhor, mais gostosa”, festeja. Empolgada, ela promete cuidar mais do corpo e está animada para iniciar pela primeira vez uma atividade física. “Vou fazer boxe e muay thai. Meu foco nunca foi o corpo, mas sei que tenho que cuidar dele”, diz ela, ansiosa para exibir as novas medidas num ensaio sensual. "Estou doida para isso".
Por enquanto, ficamos com esses registros aí, feito nesta segunda-feira, durante a visita da amiga e cantora Negra Li. “Meu rosto ainda está bem inchado, mas você reparou como meus seios já estão turbinadinhos?”, empolga-se.

Bonde das maravilhas encarna divas do pop, entra na mira do Ministério Público e fala de sonho: ‘Dançar para Neymar’


Transformação: Karol, Kathy, Thayssa, Rafaela e Renatinha (as irmãs metralhas) encarnam divas do pop
Transformação: Karol, Kathy, Thayssa, Rafaela e Renatinha (as irmãs metralhas) encarnam divas do pop
Se Anitta pode, elas também! Karol, Kathy, Thayssa, Rafaela e Renatinha, as meninas do Bonde das Maravilhas, sucesso com o “Quadradinho de 8”, toparam a proposta da Retratos e mostraram que, além do requebrado, têm a atitude de uma diva pop. Com apliques, saltos atos e roupas estilosas, elas capricharam no carão (ou tentaram) para mostrar um lado mais glamouroso da banda. “Até usaria essas roupas nos shows”, diz a líder do grupo, Thayssa, de 15 anos, que ao lado das amigas, três delas também menores de idade (com 17, 16 e 13 ), se apresentam de shortinho e top em shows (são cerca de 40 a 50 por mês). Mas esse estilo ousado está com os dias contados.
Moradoras de São Gonçalo e Niterói, elas se conheceram há dois anos na escola, onde formaram o grupo
Moradoras de São Gonçalo e Niterói, elas se conheceram há dois anos na escola, onde formaram o grupo
A Promotoria da Infância e Juventude de Niterói está apurando eventuais irregularidades nas apresentações. A investigação começou após uma denúncia do Conselho Tutelar de Minas Gerais, alegando que o show do grupo tem um forte apelo sexual. Ontem, as mães das funkeiras foram ouvidas pelo Ministério Público. Para não perder o bonde, já está prevista uma mudança no estilo. Elas finalizam duas músicas para o público infantil e usarão roupas mais comportadas. “Estamos terminando o ‘Abcedário’ e ‘A ginástica das Maravilhas’. Nossas canções não tem nenhum apelo sexual”, defende-se o empresário Henrique Milão.
A brincalhona Thayssa (a maior) teve que convencer o pai, o gari Francisco, a participar do grupo; Já a brava Renatinha (a menor e uma das irmãs Metralhas), tem pais separados e foi criada pela avó
A brincalhona Thayssa (a maior) teve que convencer o pai, o gari Francisco, a participar do grupo; Já a brava Renatinha (a menor e uma das irmãs Metralhas), tem pais separados e foi criada pela avó 
Outra preocupação com o grupo é sobre os estudos das meninas. Das cinco, apenas Kathy, de 20 anos, concluiu o ensino médio. Moradoras de duas comunidades, em Niterói (Engenhoca) e São Gonçalo, elas confessam não gostar muito das salas de aulas. Todas já repetiram mais de uma vez o ano letivo e sonham alto. “Quero entrar para a Marinha”, diz Renatinha, a caçula da banda. Com 13 anos, a menina cursa a 6ª série de um ensino à distância.
Karol (a primeira da esq. p/ à dir.) é filha de manicure, namora e adora gastar o que ganha com roupas; Kathy diz estar em busca de um amor; e Rafaela, uma das irmãs Metralhas, é conhecida por elas como a mais mal-humorada
Karol (a primeira da esq. p/ à dir.) é filha de manicure, namora e adora gastar o que ganha com roupas; Kathy diz estar em busca de um amor; e Rafaela, uma das irmãs Metralhas, é conhecida por elas como a mais mal-humorada
Vindo de famílias simples (algumas são filhas de garis e manicures), o quinteto se conheceu na escola há dois anos. Juntas, elas têm o sonho de ser famosa e melhorar de vida. “Quero comprar uma casa para a minha avó, que me criou. Não tenho pai. Até tenho, mas digo que não”, desabafa Rafaela, uma das irmãs Metralhas.
Paixão por dança uniu o grupo, mas o que elas sempre sonharam mesmo era com a fama
Paixão por dança uniu o grupo, mas o que elas sempre sonharam mesmo era com a fama
Sucesso na internet, com o vídeo que já atingiu 26 milhões de atualizações, elas preparam um primeiro DVD e já até chamaram a atenção do craque Neymar. Em seu Twitter, o namorado de Bruna Marquezine citou o Bonde das Maravilhas como umas das atrações cariocas. “Já sonhei que era namorada dele”, conta a brincalhona Thayssa. “Falta chamar a gente para dançar com ele”, desafia Kathy. Isso, Anitta já conseguiu.
Da esquerda para à direita: Karol tem 17 anos e está na 8ª série; Kathy tem 20 anos e terminou o ensino médio; Thayssa tem 15 anos e está na 8ª série; Rafaela tem 16 anos e está no 1º ano; Renatinha tem 13 anos e está na 6ª série de um curso à distância
Da esquerda para à direita: Karol tem 17 anos e está na 8ª série; Kathy tem 20 anos e terminou o ensino médio; Thayssa tem 15 anos e está na 8ª série; Rafaela tem 16 anos e está no 1º ano; Renatinha tem 13 anos e está na 6ª série de um curso à distância À procura: Thayssa está solteira. Já Renata tem namorado, assim como Karol
À procura: Thayssa está solteira. Já Renata tem namorado, assim como Karol 

Naldo sobre polêmica: “Moranguinho queria entrar com uma blusa transparente num camarim cheio de homens”


O cantor Naldo Benny deu sua versão ontem sobre a polêmica em que sua mulher Ellen Cardoso, a Moranguinho, teria tirado a blusa numa boate nos Estado Unidos após uma crise de ciúmes. Segundo ele, os dois estavam vendo um show e depois iam entrar no camarim. Ele reclamou um pouco da roupa de Moranguinho, nada além disso. Segundo Naldo, ela não tirou a blusa.
- O que aconteceu é que ela estava com a blusa transparente e ia entrar num camarim com um monte de homens. Tive ciúmes. É um pouco de zelo, carinho. Com o tempo, no relacionamento, a gente vai se entendendo, se encaixando, vai sabendo o que incomoda - contou, falando sobre as roupas da mulher.
Naldo também entregou que os planos de subir no altar estão firmes e que o casório já tem data, apesar de manter o mistério sobre o local e quando vai ser:
- Meu relacionamento está bem. Vai ter a festa de casamento, e vai ser logo. Já temos a data, mas a gente tem que ter cuidado. A lua de mel vai ser curta. Vão ser só dois dias para a gente descansar e se curtir, e vai ser no Brasil, no Nordeste.
Ele também aproveitou para explicar o porquê de Ellen Cardoso ter deixado de lado a vida artística. Para Naldo, seria complicado para a relação agora que ele quer tentar uma carreira internacional:
- Não é por machismo, mas é porque eu queria a mulher que eu amo do meu lado. Como ela ia conseguir ficar viajando comigo o tempo todo? - questionou o cantor.

Família de atropelado por Thor pedirá R$ 1,5 milhão de empresário na Justiça


A família de Wanderson irá pedir reparação de Thor por danos morais
A família de Wanderson irá pedir reparação de Thor por danos morais 
A família do ciclista Wanderson dos Santos, atropelado e morto pelo empresário Thor Batista, irá entrar com duas ações na Justiça, na próxima segunda-feira contra o filho do bilionário Eike. De acordo com o advogado Cleber Carvalho Rumbelsperger, a defesa de Thor não cumpriu o acordo de sigilo firmado com a mãe de criação e a companheira da vítima.
No pacto, as duas e um bombeiro que ajudou a família teriam direito a receber, ao todo, R$ 1 milhão como reparação. Ninguém, entretanto, poderia divulgar essa informação publicamente, o que acabou acontecendo. Por esse motivo, a defesa da família da vitima dará entrada em dois processos. Em um será pedido o valor de R$ 1 milhão e no outro de R$ 500 mil, conforme antecipou a Folha Online.
Wanderson dos Santos
Wanderson dos Santos
Como no último dia 25 de abril o empresário foi questionado sobre o auxílio financeiro à família da vítima, durante interrogatório em juízo, os advogados anexaram o acordo ao processo criminal que apura o homicídio culposo (quando não há intenção de matar). Cleber, no entanto, alega que a defesa de Thor deveria ter exigido segredo de Justiça para o caso, já que os autos são públicos e qualquer um poderia ter acesso ao pacto. Na audiência, Thor contou ter dado cerca de R$ 300 mil a mãe de criação de Wanderson.
- O acordo era para protegê-las do assédio de vizinhos e parentes. Vamos entrar com uma ação pela quebra desse acordo e outra pela reparação dos danos morais causados por esse descumprimento. Por causa disso, a dona Vicentina teve que sair de casa, por exemplo - explicou o advogado.
Os pertences de Wanderson
Os pertences de Wanderson
A defesa de Thor, no entanto, contesta essa justificativa.
- Essa é uma interpretação dele. Mas para nós, não houve quebra de acordo porque não houve divulgação pública disso - alegou o advogado Rafael Mattos.
Condenação
Ontem o EXTRA divulgou que o Ministério Público pediu a condenação de Thor pelo acidente, com pena revertida a prestação de serviços comunitários, e fixou pena de R$ 1 milhão a milta a ser paga por ele a uma instituição, de preferência hospitalar ou de reabilitação de pessoas acidentadas. Agora, a defesa de Thor está elaborando as alegações finais. A juiíza Daniela Barbosa, da 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias, deverá assinar a sentença do caso ainda no primeiro semestre.

Mãe de jovem assassinada diz que pastor Marcos convenceu namorado a enforcá-la: ‘sabia demais’


Mãe de vítima do pastor, Amélia Pinheiro mostra foto de Adelaide. Morte de jovem pode ter sido encomendada por Marcos
Mãe de vítima do pastor, Amélia Pinheiro mostra foto de Adelaide. Morte de jovem pode ter sido encomendada por Marcos 
Na manhã de 30 de dezembro de 2006, o corpo de Adelaide Nogueira dos Santos, então com 25 anos, foi encontrado no Rio Jacutinga, em Mesquita. Ela havia sido enforcada. Os três assassinos foram indiciados e, posteriormente, condenados pelo crime. Entretanto, sete anos depois, a morte de Adelaide volta a ser investigada. Em depoimento à polícia, Amélia Pinheiro, mãe da jovem, afirma que o mandante do crime foi o pastor Marcos Pereira.
Segundo Amélia, sua filha, que havia rompido com a Assembleia de Deus dos Últimos Dias, queria denunciar as orgias organizadas pelo pastor no Instituto Vida Renovada, fazenda onde ele mantém um projeto de ressocialização de ex-detentos, em Nova Iguaçu. Entre os assassinos de Adelaide estão seu namorado à época, Marcelo Saint Clair dos Santos, e um sobrinho do pastor, Geferson Rodrigues dos Santos. Amélia afirma que o pastor convenceu o namorado de Adelaide de que ela estava grávida de outro homem.
— O pastor usou o Marcelo para matá-la. Ela discutiu com o Marcos na frente de muita gente sobre os abusos sexuais e uso de dinheiro do tráfico. No dia seguinte, ela pediu um gravador emprestado e disse que queria denunciar o pastor. Ele fez a cabeça do Marcelo, dizendo que minha filha não prestava, e pediu para que seu sobrinho ajudasse — conta.
Amélia afirma que, numa conversa com a filha em 2005, Adelaide disse ter testemunhado a entrega de dinheiro de traficantes a funcionários da igreja, em uma favela em São João de Meriti. Por esse motivo, lembra Amélia, sua filha deixou de ir à igreja. A jovem teria descoberto, pelo relato de amigas e por conversas com Marcelo, as orgias.
Discussão, ameaças e assassinato
Marcelo, um dos assassinos de Adelaide, chegou a ameaçá-la meses antes do crime. Após romper com a igreja e discutir com Marcelo sobre suas acusações em relação ao pastor, a jovem precisou se abrigar em casa de parentes em Santa Cruz. Ela temia as ameaças do namorado, que ainda frequentava a igreja. Amélia conta que Marcelo foi ao Ceasa, onde a filha dela trabalhava vendendo café, armado.
— Durante um ano, o pastor tentou convencer o Marcelo a matar minha filha. Ele considerava Marcos um homem divino e acreditou. Depois que ele foi ameaçá-la no Ceasa, ela deixou o emprego. Só voltaram a se falar no fim do ano, antes do assassinato — lembra a mãe.
Foi Marcelo que convenceu Adelaide a frequentar a igreja, em 2003. A jovem nunca morou lá, mas usou por um tempo o roupão que caracteriza a seita. Amélia afirma que sua filha não conhecia os outros assassinos.
Investigação
Amélia entregou a agentes da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), em fevereiro, todos os cadernos da filha. Neles, Adelaide fazia anotações sobre o pastor. Uma testemunha vai depor ainda esta semana. O delegado Márcio Mendonça aguarda mais depoimentos para concluir o inquérito.
Fio de telefone
No dia do assassinato, Adelaide saiu de casa com uma amiga e os três assassinos. Ela foi enforcada com um fio de telefone.
Pastor está preso
O pastor está preso sob acusação de ter estuprado duas fiéis. É investigado por outros 20 estupros, três mortes, associação ao tráfico e lavagem de dinheiro.

Último capítulo de 'Salve Jorge': Lívia, Wanda e Rosângela são presas. Veja as fotos delas algemadas


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Claudia Raia, Totia Meireles e Paloma Bernardi passaram a manhã dessa quinta-feira em maus lençóis. As três foram algemadas no aeroporto internacional do Rio. Tudo, claro, por causa das maldades de suas personagens em "Salve Jorge"! As atrizes gravaram as últimas cenas de Lívia, Wanda e Rosângela e foram ovacionadas por telespectadores durante o trabalho. As sequências vão ao ar no último capítulo da novela, que vai ao ar nessa sexta-feira.
Nas sequências, Lívia é trazida da Europa por Helô (Giovanna Antonelli) e Aziz (Murilo Grossi). Stênio (Alexandre Nero), que é advogado da falsa empresária também vai ao seu encontro no aeroporto. Wanda chega escoltada pela Polícia Federal depois de ser presa na Turquia. Já Rosângela chega fugida e recebe voz de prisão assim que desembarca. Ricardo (Alexandre Barros) é quem leva a modelo para a cadeia.

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As Barbies lésbicas e os dois Kens na banheira. Ou: Professor de “homocultura” quer “desnaturalizar a heterossexualidade” e revela real objetivo do “kit gay” nas escolas

Barbies ideais para o pré-primário não-heteronarmativo: Barbie com Barbie
Bonecas adequadas à pré-escola não-heteronormativa: Barbie com Barbie
Então… Aí o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), com aquele seu estilo muito característico, diz que a militância gay  quer ensinar “gayzismo” para as crianças, e os progressistas ficam todos arrepiados, acusando-o de “reducionista”, “reacionário”, sei lá o quê. Nota à margem: militante gay é tão sinônimo de “homossexual” quanto um sindicalista da CUT é sinônimo de trabalhador, e chefão do MST, de homem do campo. Entenderam?
A Folha de hoje traz um artigo espantoso, escrito por um certo “Leandro Colling”, identificado como “professor da Universidade Federal da Bahia, presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura e membro do Conselho Nacional LGBT”. Será professor de quê?
Leandro deixa claro o seu propósito: ele não quer apenas a afirmação das “identidades” sexuais “LGBTTs”, WXYZ, XPTO… Nada disso! Ele também quer “problematizar” as demais identidades, compreenderam? Em particular, seu texto deixa claro, ele quer “problematizar a heterossexualidade” para discutir a “heteronormatividade”. Ele acha que os heterossexuais vivem na “zona de conforto”. Certo! Leandro é do tipo que acredita que ninguém pode estar em paz com a sua sexualidade, especialmente se for hétero… Santo Deus!
Numa manifestação de rara estupidez, fornecendo munição, inclusive, para a homofobia, escreve, contrariado a hitória, a psicanálise, a psicologia, a biologia, a sociologia, a Lei da Evolução…
“Ela [heterossexualidade] é a única orientação que todos devem ter. E nós não temos possibilidade de escolha, pois a heterossexualidade é compulsória. Desde o momento da identificação do sexo do feto, ainda na barriga da mãe, todas as normas sexuais e de gêneros passam a operar sobre o futuro bebê. Ao menor sinal de que a criança não segue as normas, os responsáveis por vigiar os padrões que construímos historicamente, em especial a partir do final do século 18, agem com violência verbal e/ou física. A violência homofóbica sofrida por LGBTTTs é a prova de que a heterossexualidade não é algo normal e/ou natural. Se assim o fosse, todos seríamos heterossexuais. Mas, como a vida nos mostra, nem todos seguem as normas.”
Se bem entendi, as grávidas também terão de ser vigiadas. Tão logo o ultrassom aponte o sexo do bebê, os pais dos meninos comprarão roupinha cor-de-rosa para contestar a “heteronormatividade”, e os das meninas, azul. Assim que o Júnior nascer (o nome será proibido), ganha uma boneca, que não será “heteronormativa” nem “louronormativa”. Que tal uma cafuza ou mameluca, vestida com as roupas do Ken? Num raciocínio de rara delinqüência intelectual, ele conclui que, se a heterossexualidade fosse normal e/ou natural, não haveria homossexuais… E ele é professor universitário!!! É… Nas outras espécies animais, não se debate outra coisa: como acabar com a heteronormatividade dos cães, dos golfinhos, dos gatos e  dos pica-paus…
Em vez de futebol heternormativo, os infates podem brincar com o Ken, na banheira com o Ken. O ministério de Fernando Haddad deveria distribuir as bonecas no jardim da infância
Em vez de futebol heternormativo, os meninos brincarão de luta de "Kens" na banheira. Bonecos para o Jardim II...
Kit gay É o militante quem confessa, com todas as letras, qual é o objetivo do kit gay preparado pelo MEC:
“Precisamos desenvolver, simultaneamente, estratégias que lidam mais diretamente com o campo da cultura, a exemplo de ações nas escolas, na mídia e nas artes.
O projeto Escola sem Homofobia, assim, não correria o risco de apenas interessar a professores/as e alunos/as LGBTTTs.”
Entenderam? O kit gay é mesmo para patrulhar as crianças que correm “o risco” de cair na “heternormatividade”… A “vitória” no STF foi só o primeiro passo. O segundo é aprovar a chamada lei que criminaliza a homofobia, fazendo da “questão de gênero” um tema de polícia. E a terceira é levar o proselitismo “homoafetivo” para as escolas. Colling esclarece, e devemos confiar no que ele diz porque é militante da causa: não é para provar que todos somos iguais perante a lei: é para tirar os heterossexuais da “zona do conforto”. Como poderia dizer o ministro Ayres Britto, ele acha que os héteros ainda não pensaram suficientemente o seu “regalo”, o seu “bônus”, o seu “plus a mais”…
Agora estou entendendo melhor aquele livro aprovado pelo MEC! A língua portuguesa considerada culta é a heteronormatividade da gramática. O próximo passo é acabar com a aritmético-normatividade, a geométrico-normatividade e a científico-normatividade.
Está tudo aí, senhores parlamentares! Decidam!
Segue o artigo
Por favor, comentem com o bom senso e a sabedoria que faltam ao tal Colling. O problema desse rapaz não é ser gay, é óbvio! Seu problema é ser, antes de qualquer outra coisa, muito pouco inteligente e muito pouco informado a respeito das coisas sobre as quais escreve. Em outros tempos, consideraria  espantoso o fato de ele ser professor universitário. Hoje em dia, acho até muito explicável.
*
O Dia de Combate à Homofobia, 17 de maio, é uma boa data para repensarmos as estratégias que utilizamos para desconstruir os argumentos dos homofóbicos.
As políticas de afirmação identitária, utilizadas para atacar as opressões contra LGBTTTs (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros), negros e mulheres, para citar apenas alguns grupos, surtiram efeito e por causa delas podemos comemorar algumas conquistas. Mas, ao mesmo tempo, essas políticas são limitadas em alguns aspectos.
Além de afirmar as identidades dos segmentos que representamos, também precisamos problematizar as demais identidades. Por exemplo: LGBTTTs podem, se assim desejarem, problematizar a identidade dos heterossexuais, demonstrando o quanto ela também é uma construção, ou melhor, uma imposição sobre todos.
Assim, em vez de pensarmos que as nossas identidades são naturais, no sentido de que nascemos com elas, iremos verificar que nenhuma identidade é natural, que todos resultamos de construções culturais.
Dessa maneira, a “comunidade” LGBTTT passaria a falar não apenas de si e para si, mas interpelaria mais os heterossexuais, que vivem numa zona de conforto em relação às suas identidades sexuais e de gêneros (aliás, bem diversas entre si).
Para boa parte dos heterossexuais, apenas LGBTTTs têm uma sexualidade construída e problemática, e o que eles/as dizem não tem nada a ver com as suas vidas.
É a inversão dessa lógica que falta fazermos para chamar os heterossexuais para o debate, para que eles percebam que não são tão normais quanto dizem ser.
Ou seja: para combater a homofobia, precisamos denunciar o quanto a heterossexualidade não é uma entre as possíveis orientações sexuais que uma pessoa pode ter.
Ela é a única orientação que todos devem ter. E nós não temos possibilidade de escolha, pois a heterossexualidade é compulsória.
Desde o momento da identificação do sexo do feto, ainda na barriga da mãe, todas as normas sexuais e de gêneros passam a operar sobre o futuro bebê. Ao menor sinal de que a criança não segue as normas, os responsáveis por vigiar os padrões que construímos historicamente, em especial a partir do final do século 18, agem com violência verbal e/ou física.
A violência homofóbica sofrida por LGBTTTs é a prova de que a heterossexualidade não é algo normal e/ou natural. Se assim o fosse, todos seríamos heterossexuais. Mas, como a vida nos mostra, nem todos seguem as normas.
Para executar estratégias políticas que denunciem o quanto a heterossexualidade é compulsória, e de como ela produziu a heteronormatividade (que incide também sobre LGBTTTs que, mesmo não tendo práticas sexuais heterossexuais, se comportam como e aspiram o modelo de vida heterossexual), não podemos apostar apenas em marcos legais e institucionais.
Precisamos desenvolver, simultaneamente, estratégias que lidam mais diretamente com o campo da cultura, a exemplo de ações nas escolas, na mídia e nas artes.
O projeto Escola sem Homofobia, assim, não correria o risco de apenas interessar a professores/as e alunos/as LGBTTTs. Nesse processo, comunicadores e artistas também poderiam servir como excelentes sensibilizadores para que tenhamos uma sociedade que realmente respeita a diversidade. E a festeja como uma das grandes riquezas da humanidade.

Bomba! Esposa do pastor Marcos Pereira revela a verdade

Depoimento exclusivo de Ana Madureira da Silva esposa do pastor Marcos Pereira da Silva Madureira


Armação Contra Pr. Marcos Pereira É Desmascarada!

A suposta vítima arrolada no inquérito, Dona Elisângela, prestou depoimento na Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro na presença de deputados e servidores no dia 14/05/2013 e no Ministério Público no dia seguinte, desmentindo todas as acusações anteriores. Acabou a Farsa! Suposta vítima inocenta pastor Marcos Pereira.
"A suposta vítima arrolada no inquérito, Dona Elisângela, prestou depoimento na Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro na presença de deputados e servidores no dia 14/05/2013 e no Ministério Público no dia seguinte, desmentindo todas as acusações anteriores. Acabou a Farsa! Suposta vítima inocenta pastor Marcos Pereira". Essa é a descrição do vídeo postado no canal da ADUD no Youtube hoje e que estamos reproduzindo na íntegra agora.



O portal Fé em Jesus desde o começo das veiculações das supostas acusações na mídia secular contra o pastor Marcos Pereira se recusou a participar da disseminação da evidente armação. Em primeiro lugar porque não cremos na isenção da mídia tradicional, especialmente do que vem da Vênus Platinada (leia-se Organizações Globo) que há anos achincalha a nossa fé e não poupa esforços em desconstruir a imagem do cristão em suas novelas, minisséries e demais veículos que dispõe sob seu domínio. A aproximação com o público evangélico hoje se dá por interesses financeiros e mercadológicos, e nem vou entrar no mérito da questão, cada um que filtre aquilo que consome. Em segundo lugar porque sabemos que todo aquele que se levanta contra as trevas, e o Ministério ADUD tem feito isso Há muitos anos, está sujeito a retaliações, que podem vir de desafetos e também do mundo espiritual, o que no final das contas dá na mesma. 
Mas a questão que abordo aqui é um pouco mais séria. Trata-se da responsabilidade da mídia cristã enquanto formador de opinião, que teoricamente a meu ver deveria ser no mínimo mais cautelosa e não se prestar ao papel de ser propagadora de matérias duvidosas, que no afã de ser a primeira a soltar "a bomba" no meio cristão, não concede o direito constitucional da dúvida, e junto com os escarnecedores promove o linchamento moral de um acusado não percebendo ser ela mesma  manipulada por aqueles que são experts nessa prática. Infelizmente temos visto isso com mais frequência do que gostaríamos de ver. Até mesmo líderes que ao invés de ficarem calados até que as coisas de fato sejam esclarecidas, pronunciam suas sentenças como se fossem eles mesmos os juízes, e nem vou citar a Bíblia porque creio que todas saibam o que Jesus disse sobre julgar o outro.
Temos como princípio na redação do FJ não postarmos desgraças, notícias que causam escândalo e que de nada acrescentam aos irmãos na fé, já há muitos sites, blogs fazendo isso. Nossa preocupação é trazer notícias em geral que informem nossos leitores sobre tudo o que acontece para que se mantenham atualizados e conteúdo que inspire, informe, alimente, pois o veneno da fé é a dúvida. Noticiar brigas de ministérios, bate-bocas de líderes ou críticas dos profissionais em comentar a vida dos outros mas que não fazem nada pelo Reino não são nem levadas em consideração. Nossa contribuição para o povo de Deus está focado em nossos serviços, programas e cobertura jornalística, em estudos, cultos online e devocionais. A fé vem pelo ouvir e ouvir a palavra de Deus, e é essa a nossa essência, declarar a nossa fé em Jesus.
Aos urubus e abutres de plantão, nossa oração para que seus corações e mentes se voltem para Cristo, o autor e consumador da nossa fé.