quinta-feira, 9 de maio de 2013

‘Salve Jorge’: dublê de Flávia Alessandra é homem

            Bruno Curty e Flávia Alessandra nos bastidores de “Salve Jorge”



















O dublê que fez a cena de atropelamento de Érica (Flávia Alessandra) em “Salve Jorge”, que vai ao ar na terça-feira, é homem e se chama Bruno Curty. Para gravar o acidente, o rapaz usou potetor lombar e uma bermuda reforçada, mas, ao contrário do que alguns poderiam imaginar, não usou nenhum enchimento no peito e nem no bumbum.
— Não foi preciso. Como a cena é muito rápida, não vai comprometer, os telespectadores não vão prestar atenção nisso — explica ele, que só teve um empecilho ao encarnar uma mulher: — Você perde um pouco o equilíbrio por causa do salto.
Bruno, que também já foi dublê de Taís Araújo, enfrentou um novo desafio ao gravar a cena de Flávia Alessandra. Normalmente os atropelamentos são simulados de frente, com o capô do carro, mas desta vez a personagem foi pega de ré.
— Foi preciso muito treino. O diretor pediu que não fosse tão bruto, para que não parecesse que ela ia sofrer um dano maior do que o previsto.
Flávia Alessandra grava
Flávia Alessandra grava "Salve Jorge"
Flávia Alessandra grava
Flávia Alessandra grava "Salve Jorge" 
Otaviano Costa e Flávia Alessandra gravam
Otaviano Costa e Flávia Alessandra gravam "Salve Jorge" 
Otaviano Costa e Flávia Alessandra gravam
Otaviano Costa e Flávia Alessandra gravam "Salve Jorge"
Otaviano Costa e Flávia Alessandra gravam

Jovens sequestradas em Ohio devem lidar com uma difícil recuperação emocional


OHIO, EUA — Pouco se sabe sobre as condições da casa onde três mulheres foram mantidas em cativeiro em Ohio, nos Estados Unidos, por uma década, mas o trio provavelmente irá passar por estresse pós-traumático, problemas de autoestima e dificuldade em tomar decisões, segundo psicólogos. Para um especialista do FBI, Amanda Berry, Gina DeJesus e Michelle Knight sofreram o mesmo tipo de privação que prisioneiros de guerra. A polícia se recusou a dizer se as mulheres foram abusadas sexualmente, mas uma delas teria tido uma filha durante os anos em que foi mantida presa.
- Vai ser uma luta de longo prazo - diz Rona Fields, psicóloga especializada em violência contra as mulheres que tratou vítimas de tortura. - Gostaria de poder dizer, que elas vão ficar bem. Que basta lhes dar um pouco de calor, amor e canja de galinha. Mas não é o caso - explica ela ao USA Today.
Fields também acredita que elas terão problemas para se reconectar com os membros da família que não veem há anos. Amanda, Gina e Michelle, que desapareceram em incidentes separados há cerca de uma década, foram encontradas em uma casa no mesmo bairro operário de Cleveland onde haviam desaparecido.
- Elas terão que lidar com transtorno de estresse pós-traumático em sua forma mais grave - afirma Herbert Nieberg, professor de direito no Mitchell College, em Connecticut.
Ariel Castro, de 52 anos, foi motorista de ônibus escolar na área de Cleveland, em Ohio, até novembro passado. Ele e seus dois irmãos, Pedro, de 54, e Onil, de 50, foram presos na segunda-feira após as reféns terem escapado do cativeiro e chamado a polícia.
- É altamente provável que elas tenham síndrome de estresse pós-traumático, mas isso depende de como foram tratadas quando estavam lá - diz Peter Suedfeld, psicólogo especializado em adaptação a ambientes estressantes. - Meu conselho seria para deixá-las se acostumar com as coisas de forma gradual.
Nesta terça-feira, Elizabeth Smart e Jaycee Dugard, duas sobreviventes de sequestros nos EUA, pediram a população para que respeitassem a privacidade das três mulheres.
- É muito importante respeitar a sua privacidade e lhes garantir todas as oportunidades para encontrar seu próprio caminho de volta, o seu próprio caminho para a felicidade - disse Elizabeth disse em entrevista à ABC News na terça-feira.
Agora casada e ativista em casos de crianças desaparecidas, ela foi sequestrada com uma faca dentro de seu quarto em Salt Lake City, Utah, em 2002, aos 14 anos. A jovem foi resgatada nove meses depois. Jaycee Dugard, levada de um ponto de ônibus na Califórnia aos 11 anos, e mantida sob cárcere por 18 anos antes de ser libertada em 2009, enviou uma mensagem parecida em comunicado.
“Essas pessoas precisam da oportunidade de se curar e se conectar novamente com o mundo”, disse.

Austríaca presa por 8 anos vive isolada

Mas nem todos os sobreviventes de cativeiros conseguem. A jovem austríaca Natascha Kampusch, sequestrada em 1998 aos 10 anos, nunca se recuperou totalmente dos anos no cativeiro. Em agosto de 2006, quase dez anos depois, a jovem conseguiu fugir e chamar a polícia.
Hoje, Natascha vive sozinha com seu peixe de aquário e suas orquídeas e gosta de assistir a séries policiais na televisão. Ela parece ter tido muitos problemas para se adaptar à vida normal, e chegou a se afastar dos pais.
Sua educação também foi prejudicada. Apesar de ter completado seus estudos, começou a se preparar para ser ourives, mas desistiu. Em 2011 abriu um hospital infantil no Sri Lanka, financiado pelas muitas doações recebidas e com o dinheiro arrecadado com sua autobiografia. Sua melhor amiga é a sua cabeleireira, disse em uma entrevista a uma emissora alemã este ano.
- O momento em que sou mais feliz é quando estou sentada na cadeira e ela está penteando o meu cabelo. Tento levar cada dia de forma positiva, para conseguir enfrentar o que aconteceu - contou.

Piloto de parapente erra aterrissagem e fica pendurado em poste de alta tensão na Inglaterra


Um piloto passou por maus bocados ao perder o controle do parapente motorizado que ele conduzia. O rapaz, identificado como Daniel, de 30 anos, ficou pendurado em um poste de alta tensão. Ele sofreu queimaduras na mão e na perna direitas e sofreu alguns choques, mas já está ansioso para voltar a voar.
Daniel se preparava para aterrissar em um centro de esportes aéreos na cidade de March, no distrito de Fenland, na Inglaterra. O piloto calculou o pouso de maneira errada e acabou preso no poste. As imagens foram capturadas por Brian Dobson, que assistia de longe o voo de Daniel.
Ele ficou pendurado no poste
Ele ficou pendurado no poste 
O acidente aconteceu no domingo passado. Daniel ficou pendurado por cerca de 10 minutos, até conseguir sair.
- Eu vim descendo e dei de cara com os fios na minha frente. Eu não os vi. Foi totalmente culpa minha - garantiu ele. - Minha perna ficou presa no fio, mas eu consegui me soltar e me desvencilhar dos fios. Estava a menos de dois metros do chão, então pulei - contou Daniel, que pratica o esporte há seis anos.
O piloto foi levado ao hospital, onde passou a noite em observação. Ele foi liberado no dia seguinte.
- Foi assustador. Temi pela minha vida e pensei que seria eletrocutado continuamente - desabafou.
Daniel errou a aterrissagem
Daniel errou a aterrissagem 
Ele conseguiu sair sozinho
          Ele conseguiu sair sozinho

Pessoas tentam escapar de incêndio em prédio no Paquistão

Homem tenta escapar do fogo
Um incêndio atingiu um prédio no Centro de Lahore, no Paquistão. O fogo começou no sétimo andar da construção e se espalhou rapidamente. Muita pessoas ficaram presas nos andares mais altos do prédio e, segundo o jornal local The Express Tribune, três homens se jogaram das janelas na tentativa de escapar das chamas. Um deles morreu no local e os outros chegaram a ser levados ao hospital, mas não sobreviveram.
De acordo com o também paquistanês Tha Nation, pelo menos cinco pessoas morreram no total e outras duas ficaram feridas.
Um homem tenta escapar do fogo
Um homem tenta escapar do fogo 

Um deles se jogou da janela para escapar das chamas
Um deles se jogou da janela para escapar das chamas

Algumas pessoas esperaram o resgate dos bombeiros nas janelas do edifício. As equipes de resgate usam caminhões e helicópteros na operação para conter as chamas e tirar as pessoas do prédio. Eles tiveram dificuldades em chegar até o local do incêndio, no Centro da cidade, por causa dos carros mal estacionados na rua.
Ainda de acordo com o The Express Tribune, não havia saídas de incêndio no prédio. Uma empresa de planejamento urbano, a LDA, funcionava no edifício. A empresa atuava no setor de planejamento urbano, desenvolvendo programas habitacionais, de desenvolvimento e industrial e de tráfego, por exemplo.
Os homens esperam o resgate na janela do prédio
Os homens esperam o resgate na janela do prédio 

Pedestres acompanharam o resgate

Sem seguir dieta, Carolinie Figueiredo mata a fome com chás


No ar como a carente Júlia, que chega a contratar um amigo de aluguel para fingir que tem um namorado, em “Sangue bom”, Carolinie Figueiredo não para de comemorar seu retorno à TV. A mãe de Bruna Luz, de 1 ano, conta como anda a rotina e afirma que não se pesa mais para não ficar neurótica:
- Já estava precisando voltar a trabalhar. Deixo a Bruna muito com minha mãe, e tem uma pessoa que ajuda lá em casa também. Então a gente vai levando - conta a atriz, cujo último trabalho foi em “Ti Ti Ti” (2010).

Carolinie Figueiredo já teve problema com a balança
Carolinie Figueiredo já teve problema com a balança

Com a silhueta mais fina após ganhar 30kg na gravidez, Carolinie diz que está comendo bem menos e dá uma dica para controlar a fome:
-Não consigo fazer dieta, mas sinto que estou comendo menos e fazendo mais coisas. Não deixo de comer pão, por exemplo, mas evito carboidrato, principalmente à noite. E quando a fome está atacada, tomo bebida quente. Aprendi na medicina ayurvédica. Isso acalma o que eles chamam de fogo digestivo. De manhã, em jejum, tomo meio copo de água quente e, para acabar com a sensação de fome, opto por um chá - explica Carolinie, que não sobe mais na balança: - Parei de me pesar. Não quero cair na neurose de perder peso. Pretendo dar mais uma secada, mas com calma, respeitando o limite do corpo.

Carolinie Figueiredo toma bebida quente para passar a fome
Carolinie Figueiredo toma bebida quente para passar a fome Foto: Raphael Mesquita / Thyago Andrade


Carolinie Figueiredo vive uma mulher carente em 'Sangue bom'
Carolinie Figueiredo vive uma mulher carente em 'Sangue bom'


Carolinie Figueiredo com a filha Bruna Luz, de 1 ano
Carolinie Figueiredo com a filha Bruna Luz de 1 ano

Deputado Marco Feliciano defende pastor Marcos Pereira no Twitter

O pastor Marco Feliciano, deputado federal e presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, usou o Twitter para defender o também pastor Marcos Pereira da Silva, replicando o comentário de um dos seus seguidores.
"Imprensa tem provas contra Marcos Pereira? Talvez um delegado sem crimes para investigar", diz o comentário.
Marcos Pereira foi preso na última terça-feira, sob acusação de estuprar duas fiéis da igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias.
Durante um discurso na tribuna da Casa, no dia 19 de fevereiro, Feliciano elogia os pastores Marcos Pereira e Silas Malafaia, afirmando que ambos estão sendo vítimas de perseguição.
"Estão destruindo a imagem de um homem que gasta sua vida dentro do Rio de Janeiro indo para prisões e para os presídios. Já falaram outras coisas e ele permanece de pé", afirma o deputado.